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sexta-feira, 8 de agosto de 2008

Memória da reunião de 08/08

Memória da reunião de 08/08

- Sérgio leu o seu texto “PMDB um olhar sobre Porto Alegre”. Após, abriu espaço para que as pessoas fizessem colocações a respeito do texto.

- Ao comentar a produção de Sérgio, Orlandini referiu que a luta do PMDB remete à questão do Estado de Direito. Segundo ele, esse tem seu lado positivo e negativo, e o PMDB experienciou na sua trajetória esses dois âmbitos. Ele questionou como viveria a sociedade sem regramentos, dizendo que o Estado de Direito mostra-se mais frutífero do que a vida informal, na qual a política é a única determinante. Ainda Orlandini, referindo o fato de que o PMDB é situação, falou que não devemos desconstituir determinadas idéias e ações em andamento “podemos ser críticos, mas não contra” (sic).

- Marcelo atentou para o crescimento do número de participantes nas reuniões da FAF. Ao falar sobre o eixo urbanístico mencionado por Sérgio, ele referiu que o desenvolvimento do mesmo permite a elevação da qualidade de vida da população.

- Adel, ao falar sobre a atual gestão, relatou o imenso progresso de Porto Alegre. Conforme ele, 60% dos líderes dos programas do município mostram-se envolvidos e comprometidos. Adel referiu o endomarketing como a ferramenta para inserir a parte estratégica na vida da prefeitura. Ainda, salientou a necessidade de um diagnóstico focado na área econômica da cidade. Conforme ele, o que se faz necessário para a próxima gestão é um salto de qualidade nos programas da prefeitura.

- Sérgio, ao comentar o discurso de Adel, afirmou que o plano de gestão da prefeitura está em pleno funcionamento, pois embora ambos estejam inseridos em diferentes secretarias, sem uma comunicação direta, estão a par das mesmas informações quanto aos programas em andamento.

- Dalva falou sobre a incongruência entre o discurso e a prática do PT, principalmente no que fiz respeito à frase “o poder não se toma, mas se constrói”. Segundo ela, há vinte anos o PT detém o comando da educação em Porto Alegre, através de Sofia Cavedon e, como conseqüência, os fundamentos do Pai da Educação Jean Piajet foram substituídos pelos fundamentos ideológicos do PT, situação que permanece nesses quatro anos de gestão Fogaça. Na reunião anterior Dalva referiu que o ensino por ciclos promove o aluno pela idade e não pelo conhecimento.

- Tubino salientou a importância da cadeia estratégica da tecnologia da informação. Conforme Orlandini, as escolas técnicas em tecnologia da informação são uma demanda da iniciativa privada. Segundo ele, essas escolas formam a cada ano 700 profissionais em tecnologia da informação, sendo que o mercado de trabalho oferece aproximadamente mais mil vagas. Para ele, o ensino médio poderia formar profissionais nessa área, de maneira que as empresas se ocupassem de financiar a graduação de seus contratados. Ainda, salientou que a área pública poderia encarregar-se da criação de parques tecnológicos.

- Ângela referiu que as políticas públicas para mulheres foi uma realização da gestão Yeda, o que se deu através da transversalidade em todos os programas, de maneira a qualificá-los. Ela ressaltou a necessidade de inserir no governo Fogaça o PMDB Mulher.

- Darci Mano falou do seu interesse em participar do grupo na área de tecnologia da informação, juntamente com Tubino.

- Ao falar do movimento político racial, Clóvis referiu que embora Porto Alegre tenha um programa de ação nessa área, a demanda leva à necessidade de políticas públicas específicas voltadas para as questões raciais.

sexta-feira, 1 de agosto de 2008

Memória da reunião de 01/08/08

Memória da reunião de 01/08/08

- Sérgio ressaltou a orientação do presidente do PMDB Záchia para que seja redigido um documento que tenha como objetivo direcionar o Plano de Governo, não esquecendo que se trata de um plano de realizações, o qual conjuntura um Plano de Governo que avança. As ações traçadas devem acompanhar as realizações que vêm sendo feitas.

- Sérgio falou sobre a necessidade de os membros da FAF organizarem-se rapidamente nos seus grupos temáticos, de acordo com suas especificidades, ressaltando que o número de pessoas não é o que qualifica o trabalho. Para ele, é fundamental que os conselheiros acessem o blog do Plano de Governo, para que todos possam pensar as idéias geridas pelos colegas. Ele apresentou o livro do Plano de Governo anterior, referindo que 60% do que está descrito no mesmo vem sendo implantado nessa gestão, o que caracteriza o governo atual como um governo do PMDB. Deve-se a esse fato o prefeito Fogaça estar auxiliado tecnicamente por pessoas que têm como ideário a filosofia embasada na raiz do PMDB. Ainda segundo Sérgio, é necessário avaliar as ações que vêm sendo realizadas, ou melhor, avaliar essa gestão nos seus pontos positivos e negativos, sem deixar de atentar para os condicionantes que retardaram o processo, como o aspecto cultural e o estado caótico encontrado. Para ele, a carência que se observa é a gestão urbana da cidade.

- Marcelo referiu ter inserido no blog o resumo das estratégias de governo. Ele leu o mapa estratégico explicando cada item do mesmo.

- Zilmino colocou a questão da iluminação na Rua Beira Rio (lâmpadas são freqüentemente roubadas e repostas, num ciclo intermitente) como um ponto a ser enfrentado. Conforme Zilmino, não adianta repor o que foi roubado, o que gera um alto custo à municipalidade, é necessário uma solução definitiva.

- No que concerne ao Plano de Governo, Tubino ressaltou a importância do projeto, do que será feito, mais do que apontar o que foi realizado. Referindo-se ao debate entre candidatos, Tubino salientou que a lógica do debate de campanha é contra a gestão atual, de maneira que a prefeitura deve achar uma solução mista que não a deixe numa posição defensiva. Para ele, faz-se necessário novas idéias, o que exemplificou com a geração de energia elétrica através da separação de lixo.

- Sérgio Mendes, ao falar sobre o 156, designou-o como uma estratégia política para a próxima eleição. Conforme Sérgio, o 156 é uma idéia de caráter inovador, já que integra todas as secretarias. Ele referiu também a necessidade de um escritório para a gestão de grandes projetos. Marcelo salientou que essa necessidade também existe para os microempresários, o que evita a geração da informalidade.

- Dalva nomeou como questões de ampla importância a Segurança, o Trânsito e a Educação.

- Cincinato falou sobre as centrais de planejamento familiar existentes em Porto Alegre. Segundo ele, a assistência integral à saúde da mulher, como a distribuição de métodos contraceptivos e a realização de ecografia nas zonas de baixa renda têm sido ações estimuladas pelo prefeito Fogaça, o que têm funcionado com representativa efetividade.

- Conforme Orlandini, é necessário pensar em propostas que possam gerir o discurso de Fogaça, e não em produções para o período pós-eleições. A gestão dessas idéias deve ocorrer no prazo máximo de duas semanas.

Memória da reunião de 01/08/08

Memória da reunião de 01/08/08

- Sérgio ressaltou a orientação do presidente do PMDB Záchia para que seja redigido um documento que tenha como objetivo direcionar o Plano de Governo, não esquecendo que se trata de um plano de realizações, o qual conjuntura um Plano de Governo que avança. As ações traçadas devem acompanhar as realizações que vêm sendo feitas.
- Sérgio falou sobre a necessidade de os membros da FAF organizarem-se rapidamente nos seus grupos temáticos, de acordo com suas especificidades, ressaltando que o número de pessoas não é o que qualifica o trabalho. Para ele, é fundamental que os conselheiros acessem o blog do Plano de Governo, para que todos possam pensar as idéias geridas pelos colegas. Ele apresentou o livro do Plano de Governo anterior, referindo que 60% do que está descrito no mesmo vem sendo implantado nessa gestão, o que caracteriza o governo atual como um governo do PMDB. Deve-se a esse fato o prefeito Fogaça estar auxiliado tecnicamente por pessoas que têm como ideário a filosofia embasada na raiz do PMDB. Ainda segundo Sérgio, é necessário avaliar as ações que vêm sendo realizadas, ou melhor, avaliar essa gestão nos seus pontos positivos e negativos, sem deixar de atentar para os condicionantes que retardaram o processo, como o aspecto cultural e o estado caótico encontrado. Para ele, a carência que se observa é a gestão urbana da cidade.
- Marcelo referiu ter inserido no blog o resumo das estratégias de governo. Ele leu o mapa estratégico explicando cada item do mesmo.
- Zilmino colocou a questão da iluminação na Rua Beira Rio (lâmpadas são freqüentemente roubadas e repostas, num ciclo intermitente) como um ponto a ser enfrentado. Conforme Zilmino, não adianta repor o que foi roubado, o que gera um alto custo à municipalidade, é necessário uma solução definitiva.
- No que concerne ao Plano de Governo, Tubino ressaltou a importância do projeto, do que será feito, mais do que apontar o que foi realizado. Referindo-se ao debate entre candidatos, Tubino salientou que a lógica do debate de campanha é contra a gestão atual, de maneira que a prefeitura deve achar uma solução mista que não a deixe numa posição defensiva. Para ele, faz-se necessário novas idéias, o que exemplificou com a geração de energia elétrica através da separação de lixo.
- Sérgio Mendes, ao falar sobre o 156, designou-o como uma estratégia política para a próxima eleição. Conforme Sérgio, o 156 é uma idéia de caráter inovador, já que integra todas as secretarias. Ele referiu também a necessidade de um escritório para a gestão de grandes projetos. Marcelo salientou que essa necessidade também existe para os microempresários, o que evita a geração da informalidade.
- Dalva nomeou como questões de ampla importância a Segurança, o Trânsito e a Educação.
- Cincinato falou sobre as centrais de planejamento familiar existentes em Porto Alegre. Segundo ele, a assistência integral à saúde da mulher, como a distribuição de métodos contraceptivos e a realização de ecografia nas zonas de baixa renda têm sido ações estimuladas pelo prefeito Fogaça, o que têm funcionado com representativa efetividade.
- Conforme Orlandini, é necessário pensar em propostas que possam gerir o discurso de Fogaça, e não em produções para o período pós-eleições. A gestão dessas idéias deve ocorrer no prazo máximo de duas semanas.

terça-feira, 29 de julho de 2008

Memória da reunião de 29/07/08

Memória da reunião de 29/07/08

- Conforme Marcelo, os conceitos Cidade-Bairro, Governança e Transversalidade devem ser o norte do Plano de Governo. Ele referiu como déficit na atual gestão o atendimento nos postos de saúde.

- Tubino falou sobre a inexistência de uma central de atendimento ao cidadão de Porto Alegre. Denise e Marcelo salientaram o 156, embora nem todos os órgãos do município operem essa ação com efetividade. Conforme Denise, chegam muitas demandas através do 156, a dificuldade está na chegada da demanda ao órgão que poderá resolvê-la. Tubino reclamou a falta de visibilidade do 156, referindo que esse deve ser usado como marketing da gestão de governo.

- Ao falar a respeito do Tudo Fácil, Tubino ressaltou que esse deveria ser integrado, numa parceria da prefeitura com o governo do Estado, já que o cidadão de Porto Alegre demanda serviços municipais, estaduais e federais.

- Ao referir o fato do governo Fogaça ser situação, Sérgio falou da necessidade de valorizar as ações que vêm sendo desenvolvidas. Segundo ele, deve-se fazer uma profunda coleta de dados para que se possa entender e analisar as ações dessa gestão.

- Karpinski ressaltou a viabilidade do quarto eixo mencionado por Sérgio – a gestão urbana da cidade. Conforme ele, a gestão desse eixo não interfere nas outras estruturas, além de ser fundamental para a proposta de Copa do Mundo em Porto Alegre. A respeito da Governança, Karpinski falou que essa não conseguiu expandir-se por falta de qualificação dos atores envolvidos. Ele ressaltou ainda que a gestão Fogaça foi frutífera e que a capital passou a ter visibilidade nacional.

- Segundo Sérgio, a gestão urbana da cidade tem como função pensar a mesma segundo uma visão sistêmica. Para ele, Porto Alegre não possui gestão urbana, o que se deve ao fato de que após os governos militares, nos quais o planejamento era de extrema importância - o que não acontecia em relação aos aspectos sociais - as gestões PT tiveram como propósito inverter essa lógica. Assim, as instâncias de participação social assumiram prioridade máxima e o planejamento desmantelou-se. Sérgio referiu que o objetivo é que haja um equilíbrio entre essas instâncias.

- Zilmino atentou para a carência de um organismo que possa gerir os projetos estruturantes da cidade. Segundo ele, esses aparecem deslocados, isentos de uma visão sistêmica. Como exemplo, Zilmino citou o projeto do Cais do Porto, no qual muitos órgãos da prefeitura estão envolvidos, mas de maneira isolada. Ele referiu a dificuldade encontrada por muitos estabelecimentos para instalarem-se em Porto Alegre.

- Para Sérgio, a gestão urbana é um eixo dentro da própria gestão e relaciona-se à necessidade de entender o todo para saber que projetos gerar. Ele referiu o desmantelamento do urbanismo enquanto ciência para virar discurso. Sérgio caracterizou o urbanismo por seus parâmetros de medição para metas, para desenvolvimento de gestão urbana e leitura da cidade.

- Antônio Carlos, ao mencionar os problemas referentes ao centro da capital, disse que para analisá-los é necessário pensar a Grande Porto Alegre, o sistema maior e complexo no qual a cidade está inserida. Ele referiu ainda o período de eleições, e que ligado a isso está a presente necessidade de ‘fazer votos’.

- Marcelo salientou que posteriormente às eleições, o PMDB deve operar como um agente de fiscalização do que foi proposto, tratado e escrito.

Memória da reunião de 29/07/08

Memória da reunião de 29/07/08

- Conforme Marcelo, os conceitos Cidade-Bairro, Governança e Transversalidade devem ser o norte do Plano de Governo. Ele referiu como déficit na atual gestão o atendimento nos postos de saúde.
- Tubino falou sobre a inexistência de uma central de atendimento ao cidadão de Porto Alegre. Denise e Marcelo salientaram o 156, embora nem todos os órgãos do município operem essa ação com efetividade. Conforme Denise, chegam muitas demandas através do 156, a dificuldade está na chegada da demanda ao órgão que poderá resolvê-la. Tubino reclamou a falta de visibilidade do 156, referindo que esse deve ser usado como marketing da gestão de governo.
- Ao falar a respeito do Tudo Fácil, Tubino ressaltou que esse deveria ser integrado, numa parceria da prefeitura com o governo do Estado, já que o cidadão de Porto Alegre demanda serviços municipais, estaduais e federais.
- Ao referir o fato do governo Fogaça ser situação, Sérgio falou da necessidade de valorizar as ações que vêm sendo desenvolvidas. Segundo ele, deve-se fazer uma profunda coleta de dados para que se possa entender e analisar as ações dessa gestão.
- Karpinski ressaltou a viabilidade do quarto eixo mencionado por Sérgio – a gestão urbana da cidade. Conforme ele, a gestão desse eixo não interfere nas outras estruturas, além de ser fundamental para a proposta de Copa do Mundo em Porto Alegre. A respeito da Governança, Karpinski falou que essa não conseguiu expandir-se por falta de qualificação dos atores envolvidos. Ele ressaltou ainda que a gestão Fogaça foi frutífera e que a capital passou a ter visibilidade nacional.
- Segundo Sérgio, a gestão urbana da cidade tem como função pensar a mesma segundo uma visão sistêmica. Para ele, Porto Alegre não possui gestão urbana, o que se deve ao fato de que após os governos militares, nos quais o planejamento era de extrema importância - o que não acontecia em relação aos aspectos sociais - as gestões PT tiveram como propósito inverter essa lógica. Assim, as instâncias de participação social assumiram prioridade máxima e o planejamento desmantelou-se. Sérgio referiu que o objetivo é que haja um equilíbrio entre essas instâncias.
- Zilmino atentou para a carência de um organismo que possa gerir os projetos estruturantes da cidade. Segundo ele, esses aparecem deslocados, isentos de uma visão sistêmica. Como exemplo, Zilmino citou o projeto do Cais do Porto, no qual muitos órgãos da prefeitura estão envolvidos, mas de maneira isolada. Ele referiu a dificuldade encontrada por muitos estabelecimentos para instalarem-se em Porto Alegre.
- Para Sérgio, a gestão urbana é um eixo dentro da própria gestão e relaciona-se à necessidade de entender o todo para saber que projetos gerar. Ele referiu o desmantelamento do urbanismo enquanto ciência para virar discurso. Sérgio caracterizou o urbanismo por seus parâmetros de medição para metas, para desenvolvimento de gestão urbana e leitura da cidade.
- Antônio Carlos, ao mencionar os problemas referentes ao centro da capital, disse que para analisá-los é necessário pensar a Grande Porto Alegre, o sistema maior e complexo no qual a cidade está inserida. Ele referiu ainda o período de eleições, e que ligado a isso está a presente necessidade de ‘fazer votos’.
- Marcelo salientou que posteriormente às eleições, o PMDB deve operar como um agente de fiscalização do que foi proposto, tratado e escrito.

sexta-feira, 25 de julho de 2008

Memória da Reunião de 25/07/08

Memória da Reunião de 25/07/08

- Marcelo falou sobre os objetivos do blogspot e do grupo de discussões, instrumentos criados na internet com o objetivo de possibilitar a sistematização das idéias relativas à criação do Plano de Governo, assim como o acesso das mesmas a todos os membros da FAF.

- Sérgio salientou a importância de uma coleta de dados do que vem sendo produzido na gestão atual, mais do que a formulação de proposições, já que os focos do plano de governo devem acordar-se ao modelo de gestão. A necessidade que se faz presente é a de se fazer ajustes às ações desenvolvidas neste governo.

- Sérgio referiu o 4º eixo que não foi implantado na gestão atual: a gestão urbana da cidade, o qual denomina como estrutural. Segundo ele, este eixo necessita de um enraizamento na próxima gestão. No que se refere à gestão urbana, Zilmino falou sobre a Copa do Mundo e a necessidade de uma preparação completa da cidade para a mesma. Ele falou ainda que essa questão não vem sendo trabalhada.

sexta-feira, 18 de julho de 2008

Memória da reunião de 18/07/08.

Memória da reunião de 18/07/08.

- Novo Governo Fogaça > plano situação, portanto alguns eixos balizares devem ser mantidos.

- Plano de Governo: a gestão de um documento final deve ocorrer no prazo de 60, 70 dias.

1ª etapa: idéias centrais.

2ª etapa: plano de governo descrito nas suas ações.

- Idéias a serem acrescidas para uma próxima gestão: governância solidária local, orçamento participativo> instâncias de democratização da cidade. Percebe-se também a necessidade de resgatar a área de planejamento urbano, assim como a importância de integrar as várias cidades que compõem Porto Alegre.

- Formação de grupos de trabalho entre os membros da FAF – divisão de áreas temáticas de acordo com especificidades e trajetórias pessoais. Cada grupo deve buscar informações, colher dados e então fazer proposições que venham a contribuir com o plano de governo, sempre no intuito de reiterar o que esta sendo desenvolvido na gestão atual > novo ciclo de mudanças que avance e sedimente o que esta sendo produzido, fortalecimento das ações que estão atingindo os objetivos.

Perguntas a serem feitas para o colhimento de dados: a situação encontrada no início da gestão, quais foram às ações realizadas neste governo e o que se pretende realizar numa próxima gestão. Sérgio propôs uma organização das idéias em 4 eixos estratégicos. Ressaltou-se a necessidade de um cuidado para que as proposições não se choquem com o que esta sendo realizado pela gestão.

- Marcelo salientou a importância de se observar também o que propõe o PMDB a nível federal para as eleições municipais.

- Segundo Sérgio, deve-se trabalhar a proposta de uma prefeitura mais una. Hoje se percebe uma dissociação nas ações das secretarias.

- Zilmino comentou que algumas áreas enxergam a transversalidade somente quando lhes é necessário. O conceito de transversalidade e as ações que dele advêm foram ressaltados pelo prefeito José Fogaça no início na sua gestão, mas essas ações perderam força ao longo do governo.

- Baltazar colocou a necessidade de um olhar para a comunidade, para suas vivências.

- Conforme Jaime, o plano de governo deve começar com as ações do governo, já que se trata de um governo que é situação. Ele referiu a importância de se fazer um quadro comparativo com gestões anteriores. Ainda, atentou para questões com soluções que possam ser aplicadas, com planos de ação, como a preocupação com a comunidade e com aspectos sociais.

* As reuniões da FAF ficaram agendadas para as sextas-feiras, das 12h às 14 horas, no diretório municipal do PMDB (João Pessoa, 931).

Áreas temáticas

Ações Comunitárias: Baltazar

Administração Municipal Cidadã: Marcelo

Educação: Beto Fraga

Inclusão Social e Vida Animal: Lourdes

Limpeza Urbana: Mário Moncks

Marketing: Orlandini e Silvana

Tecnologia e Economia: Tubino e Zilmino

Saneamento e Meio Ambiente: Geraldo

Saúde: Cincinato

Sistematização: Marcelo Costa